Onde o futebol respira: os estádios brasileiros que resistem à arenização

Por Irlan Simões

 

Passada a tempestade da Copa do Mundo, que mudou boa parte daquilo que entendíamos por “ir a um estádio”, nos restou comemorar a resistência de alguns casos. Hoje temos 14 arenas no Brasil – as doze da Copa e mais as de Grêmio e Palmeiras, o resto é só no nome – recebendo parte considerável dos principais jogos do futebol brasileiro durante o ano.

São catorze estruturas gigantescas praticamente idênticas. Detalhes aqui e acolá não distinguirão esses espaços pensados mais para qualquer outra coisa, como fazer dinheiro, do que para o futebol e para a cultura torcedora brasileira.

Para fazer uma contraposição e provar que a gente não precisa de arena pra nada, listarei aqui 14 estádios de verdade onde o futebol ainda respira. A ideia foi concebida desde seu princípio para ser “coletiva”: lancei em aberto no Facebook para que as pessoas dessem dicas de “Estádios de verdade onde o futebol respira”.

“Típica matéria pra tomar porrada dos que ficaram de fora”, foi o que escreveu Gustavo Mehl, num comentário do post. Aí eu percebi que o problema que eu havia me metido era muito grande.

A expressão utilizada já indica alguns critérios básicos, como listarei adiante. Mas, pense, se eu estou ressaltando que algo respira, é porque a sensação é que ele já estava morto de tão asfixiado.

E aí que entra: no atual processo de arenização do futebol brasileiro, é importante ressaltar e louvar a persistência e/ou resistência (ou mesmo incapacidade financeira que acomete alguns clubes), em manter seus estádios livres do modelo de arena multiuso. Sem qualquer elogio às atuais diretorias.

Se você ainda não teve a oportunidade de visitar todas elas, não perca seu tempo nem seu dinheiro: são todas idênticas. Não vou discutir questões de arquitetura porque além de não ser especialista, não daria pra imaginar que algo que custou (e ainda custará) tão caro teria a proeza de não atingir um padrão mínimo aceitável.

Mas estádio de verdade não se faz de uma única vez, ele se molda de acordo com aquilo que o preenche: a torcida. Os casos que quero mostrar aqui são de estádio-lugares que são produtos históricos do seu público; em contraposição às arenas-não-lugar que, ao contrário, buscam fazer dos públicos os seus produtos.

E não me venha com o papinho de “isso é saudosismo”, “quer voltar ao tempo que jogavam mijo?”, “todo mundo é obrigado a ver jogo em pé?”. Não se trata nada disso. Primeiro, eu sugiro que você vá conhecer um estádio de verdade antes de falar besteira.

Critérios

Como falei, a ideia é tratar de estádios que estão ameaçados pela arenização. Seja pelo o que seus dirigentes já afirmaram publicamente, seja por projetos megalomaníacos dos businessmendo futebol, seja porque tem torcedor vislumbrado que acha que isso vai levar o time dele a Tóquio, ou seja porque tá difícil demais resistir a essa merda toda.

Fazendo de antemão minha mea-culpa, cito o sergipano Flávio Alencar, que se recusou a sugerir algum estádio no post do Facebook: “A escala de moralidade do futebol brasileiro é inversa à ordem de importância que a CBF dá às divisões do brasileirão. Lamento, mas é impossível fazer uma lista de “onde o futebol respira” excluindo a série D”. Eu não discordo, mas a Caros Amigos me ofereceu esse espaço aqui para criar problema mesmo.

Para listar apenas 14, precisarei tratar de estádios pertencentes, ou que recebem os jogos de clubes que estão na Série C, B e A; em especial em cidades onde já existe uma arena multiuso como modelo de “padrão estético-comercial”. O filtro se justifica porque indica que o “parâmetro” está logo ali do lado, e disputar com o senso comum é uma guerra.

Então essa não é uma lista de estádios pitorescos, ou com nomes curiosos, ou com medições irregulares… Essa é uma lista de estádios de futebol profissional de alto-rendimento-e-de-exportação que ainda proporcionam as experiências, cada vez mais raras, que só um autêntico estádio pode proporcionar.

Usarei o nome pelos quais são conhecidos popularmente, rejeitando o uso de suas alcunhas “oficiais”.

Dividi os 14 estádios em cinco categorias, para ajudar a entendê-los melhor:

a) Estádios que escaparam da arenização: aqueles que não foram escolhidos como sede da Copa do Mundo e não tiveram sua estrutura original destroçada.

b) Autênticos estádios: casos indiscutíveis de belos estádios de futebol.

c) Estádios ameaçados de arenização: são aqueles que já foram noticiados como passíveis de passar por reformas ou de troca por uma arena multiuso.

d) Estádios que sobreviveram ao abandono: aqueles que poderiam ter sido deixados de lado para a utilização de uma arena multiuso conterrânea, mas felizmente seguem utilizados.

e) Estádios vítimas da onda arenizadora: são aqueles casos de reformas medonhas e desnecessárias promovidas com o intuito de simular uma “modernização”.

a) Estádios que escaparam da arenização

1– Mangueirão (Belém)

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O palco onde acontece o REPA, clássico épico entre Remo e Paysandu, marca a memória daqueles que não o conhecem pessoalmente pela costumeira “câmera tremendo” quando as torcidas dos maiores clubes do norte explodem para comemorar gol. Fundado em 1978, o Mangueirão hoje ainda pode receber 45 mil pessoas.

Gosto de dizer que o Mangueirão pulou a fogueira da arenização por conta da politicagem que marcou a definição das sedes da Copa do Mundo. Preterida por Manaus e Rio Branco para ser sede do norte, a cidade de Belém manteve seu estádio belíssimo intacto, como a imagem permite ver.

Tanto Remo quanto o Papão possuem sua própria cancha, respectivamente o Baenão e a Curuzu; verdadeiros alçapões para seus adversários. Seus estádios próprios infelizmente não são grandes o suficiente para comportar o tamanho das suas apaixonadas torcidas em todas as ocasiões.

2 – Serra Dourada (Goiânia)

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O Serra Dourada é outro caso de estádio que, por motivações óbvias, deveria ser escolha unânime para sediar a Copa do Mundo. Acabou perdendo as duas vagas do Centro-Oeste para Brasília e Cuiabá. Mas tudo bem, o lado positivo é que a casa de Vila Nova, Goiás e Atlético-GO continua sendo esse belo estádio que você vê na foto.

Atualmente é um dos poucos estádios que preserva a sua antiga “geral”. Ainda que esteja interditada há alguns anos por conta do Estatuto do (controle do) Torcedor, volta e meia é invadida por torcedores eufóricos comemorando gols. Quem sabe as coisas mudam e poderemos ver aquele setor em atividade novamente. Atualmente o estádio comporta apenas 42 mil torcedores, quase metade do que recebia em 1975, ano de sua fundação.

b) Autênticos estádios

3 – Trapichão (Maceió)

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“Rei Pelé” é o cacete. Se há alguma majestade que deve ser homenageada no belo estádio alagoano é a Rainha Marta. Coisa que já deveria ter sido feita há muito tempo, mas não aconteceu. A casa do clássico entre CRB e CSA é um belo e bem localizado estádio, que tem o seu setor “popular” tomando toda uma das laterais do campo. Visualmente é um dos estádios brasileiros que mais favorece a festa das torcidas. E os alagoanos fazem valer essa característica.

O Trapichão foi inaugurado em 1968, sendo mais um dos “ditadurões”, estádios bancados pelo regime civil-militar para angariar apoio em todo território nacional. Já recebeu mais de 40 mil torcedores, mas hoje não é autorizado a receber nem 18 mil. O nome em homenagem a Pelé não é nem à toa e nem circunstancial: Pelé também foi um dos símbolos da propaganda do regime que se apoderou do futebol. Só pisou lá em sua inauguração e nunca mais voltou.

4 – Moisés Lucarelli (Campinas)

04 - Moisés Lucarelli Campinas -.JPG

Campinas é uma cidade de interior com futebol de capital. O estádio da Ponte Preta poderia ser substituído pelo Brinco de Ouro, do seu rival Guarani; e com certeza esse vai ser um dos pontos mais criticados nessa lista. Mas tudo bem: fico com a apreciação da bela fachada do estádio e suas arquibancadas de cimento ainda intactas.

Diz-se que o estádio, cuja construção só se concluiu depois de seis anos, em 1948, é um produto de uma intensa mobilização de seus torcedores, que se esforçaram para garantir a doação do material necessário. Hoje o Moisés Lucarelli – que homenageia uma figura mítica dentro do clube, que nunca chegou a presidi-lo – só pode receber cerca de 19 mil torcedores.

5 – Pacaembu (São Paulo)

05 - Pacaembu São Paulo.jpeg

A ideia original dessa publicação não pretendia listar o Pacaembu. Talvez por São Paulo ser o reino das proibições, talvez por ser um caso muito “mainstream”, não sei. O Pacaembu não estava nos planos. Mas João Doria Jr. me convenceu de que deveria colocar aqui, sim.

O futuro prefeito de São Paulo, um playboy nascido em berço de ouro – que se já pisou num estádio se resumiu a passear nos setores vips climatizados com ofertas de alimentação gourmet – começou a anunciar sem o menor pudor de que pretendia privatizar um dos estádios mais antigos e importantes do Brasil.

Fundado em 1940 para ser o grande estádio de São Paulo, a capacidade original de 70 mil lugares do Pacaembu hoje se resume aos, ainda valorosos, 38 mil. Então, enquanto é tempo, sugiro que vá conhecer o ameaçado Pacaembu, de preferência por algum torneio amador, ou numa final da Copa São Paulo de Futebol Jr. Depois você volta aqui para dizer se entendeu o que eu queria dizer por “futebol respira”.

c) Estádios ameaçados pela arenização

6 – Barradão (Salvador)

06 - Barradão Salvador b.jpg

Como torcedor do Vitória, o dono do estádio em questão, sou meio suspeito para falar dele. Vou te dar 2 minutos para apreciar sua beleza (#semclubismo). Pronto?  Então, fique sabendo que o Barradão, que hoje comporta 34 mil torcedores, é o estádio do impossível. Inaugurado em 1986, mas com uma data oficial de “reinauguração” em 1994 (quando passa a ser usado oficialmente), o Barradão mudou completamente a história do Vitória.

Construído na encosta dos morros de Canabrava, região pobre de Salvador que “hospedava” nada menos que o lixão municipal, com péssima acessibilidade, o Barradão superou todo tipo de desafio até se firmar como uma das principais praças desportivas do nordeste. Hoje é alvo, segundo sua diretoria, de um projeto de arenização. Ameaça real, por conta da existência da Arena Fonte Nova, construída sobre o antigo estádio da capital baiana.

7 – Ilha do Retiro (Recife)

07 - Ilha do Retiro Recife.jpg

A falta de boas fotos da Ilha do Retiro lotada vai me impedir de falar da sua bela fachada. A casa do Sport Recife foi inaugurada no longínquo ano de 1937 e hoje ainda está autorizada a receber 35 mil torcedores. Sempre foi reconhecido como um dos mandos de campo mais imbatíveis do Brasil. Assim como os estádios dos rivais locais, o estádio do Sport tem ótima localização, o que impede o clube de mandar seus jogos na Arena Pernambuco.

Além de ser alvo de um projeto de arenização por parte da sua diretoria – comandada por empreiteiros locais – teve seu gramado “padronizado”, o que enfraqueceu o fator “mando de campo”. Também tem sofrido um dos processos de higienização e elitização mais agressivos dentre os estádios particulares brasileiros, protagonizado pela sua própria diretoria coxinha, que encareceu o seu acesso e baniu sua maior torcida organizada.

8 – Vila Belmiro (Santos)

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A casa de um dos melhores plantéis que o mundo já viu completou 100 anos em 2016 e não está necessariamente ameaçada de arenização, mas de abandono para o uso de uma nova arena a ser construída pelo clube.

Está certo que sua capacidade – apenas 16 mil torcedores – é inadequada para o tamanho do Santos, que precisa transferir alguns jogos importantes para o Pacaembu, na capital paulista, para receber públicos maiores. Mas é meio doloroso imaginar que a Vila Belmiro vai deixar de ser utilizada para jogos. É uma parte considerável da história do futebol mundial que corre o risco de ser degradada para que mais um clube se renda aos fetiches da arenização no Brasil.

d) Estádios que sobrevivem ao abandono para Arenas

9 – São Januário (Rio de Janeiro)

09 - São Januário Rio de Janeiro d.jpg

Muito infelizmente São Januário se junta aos estádios que carecem de uma boa imagem aérea que dê conta de expressar a sua beleza. A preservada fachada externa, semelhante a um casarão antigo dos tempos coloniais; e a sua localização em meio a diversos bairros populares, compondo um cenário à parte dentre os principais estádios brasileiros merecia um registro mais qualificado. Procurem no Google.

Inaugurado ainda no ano de 1927, São Januário pode ser considerado o primeiro grande estádio brasileiro, e o último estádio dentre os grandes clubes do Rio de Janeiro que ainda recebe um número considerável de jogos. Diferenciado desde seu surgimento, por ser o único estádio, dos quatro grandes clubes, localizado na Zona Norte da então capital federal, a “Colina Histórica” é sempre ameaçada de troca pela Arena Maracanã, que tem acesso melhor (metrô, trem e vias) e recebe quase três vezes mais torcedores do que seus cerca de 21 mil lugares.

10 – Mundão do Arruda (Recife)

10 - Mundão do Arruda Recife.jpg

Talvez um dos maiores e mais bonitos estádios brasileiros pertencentes a clube, o Mundão do Arruda foi reinaugurado, após reforma para o modelo atual, ainda em 1972. Produto de um misto de boas relações políticas do seu ex-presidente, com uma admirável participação popular na doação de material e de oferecimento de mão de obra, o estádio se tornou um dos maiores do País, já tendo recebido públicos de quase 100 mil pessoas.

Hoje o Arruda recebe 60 mil, ainda sendo um dos maiores do País, e registrou as maiores médias de público brasileiras quando o Santa Cruz, seu dono, disputava nada menos que a Série D. Hoje reestabelecido dentro de campo, o clube ainda inventa de mandar alguns jogos na Arena Pernambuco, que para a felicidade da massa coral, está tão mal localizada que a diretoria não pode se dar ao luxo de passar o mando de campo para lá em definitivo.

11 – Frasqueirão (Natal)

11 - Frasqueirão Natal.jpg

Imagine-se passando férias em Natal e se deslocando para curtir as praias mais bonitas do Brasil. De repente, no meio do trajeto, tem um charmoso estádio que aparenta ter 80 anos, mas na verdade foi inaugurado em 2006. É o Frasqueirão, nome que faz alusão à “Frasqueira”, como é chamada a torcida apaixonada do ABC Futebol Clube, o maior vencedor de campeonatos estaduais do Brasil. São nada menos que 52 campeonatos potiguares em 102 anos de história.

O ABC optou por construir seu próprio estádio e deixar de mandar jogos no Machadão, que acabou sendo demolido para a construção da Arena das Dunas. Atualmente o clube vive dividido, apesar da paixão do seu torcedor pela sua jovem e bela cancha, onde cabem 18 mil pessoas. Um bom indício de que o Frasqueirão ainda é prioridade foi sua escolha para receber o jogo que selou o retorno do alvinegro potiguar para a Série B de 2017.

e) Estádios vítimas da onda arenizadora

12 – Couto Pereira (Curitiba)

12 - Couto Pereira.jpg

Particularmente considero o Couto Pereira um dos estádios mais bonitos do Brasil. Seus “quase” três anéis, com bastante proximidade do campo, fazem um estádio muito interessante. Construído em 1932 e hoje ainda podendo receber por volta de 40 mil torcedores, o estádio do Coritiba tem localização central na capital paranaense e já contou com diversas fases de reforma e ampliação.

O Couto lida há mais de 15 anos com o fetiche da arenização, impulsionado pelo próprio rival. A Arena da Baixada, casa do Atlético-PR acaba forçando “respostas” para adequação das estruturas do estádio do Coritiba, que já passou por algumas “modernizações arenizantes” um tanto desnecessárias, como a colocação de cadeiras em boa parte do estádio.

13 – Batistão (Aracaju)

13 - Batistão.JPG

Inaugurado em 1968, portanto mais um dos “ditadurões”, o Batistão passou pela sua primeira grande reforma apenas em 2013, no bojo das construções das arenas para a Copa do Mundo. É meio óbvio que sua reforma não configura uma “arena”: breves adaptações de acessibilidade, com colocações de cadeiras e uma leve ampliação da arquibancada – eliminando a desativada geral de outros tempos – e a colocação de uma proteção de vidro. Mas obviamente o poder público, financiador das obras, se utilizaria do momento para chamar de “arena”.

O importante é que o palco dos clássicos entre Confiança e Sergipe permanece um estádio bastante acessível. Na parte superior das arquibancadas foram mantidos os direitos dos antigos ambulantes, sem maiores intervenções ou concessões para grandes empresas. O Batistão, que nunca proibiu a venda de cerveja mesmo durante a lei seca que abateu o futebol brasileiro, ainda proporciona o tradicional churrasquinho com latão por módicos R$ 8. Vale muito a pena.

14 – Castelão (São Luis)

14 - Castelão São Luis.jpg

O estádio que abriga o Sampaio Corrêa e o Moto Club é um gigante que precisou passar por uma reforma e foi completamente encadeirado sem a menor necessidade. Ainda em 2011, quando ainda constava com apenas 29 anos de vida, foram alegados problemas estruturais que comprometiam o público, como rachaduras e corrosões. Por ser esse um problema comum em antigos estádios do Brasil é meio difícil fazer qualquer acusação de que se tratasse apenas de uma obra desnecessária…

Mas o Castelão, mesmo sendo vítima de uma pseudo-arenização, ainda preserva muitas belezas. Seus 40 mil lugares, que representam menos da metade da capacidade original e cujo encadeiramento teve peso crucial, ainda convive com aspectos agradáveis de estádios feitos para que as pessoas desfrutassem jogos de futebol, e não se sentissem em shoppings centers.

Menções honrosas:

Não foi nem um pouco fácil escolher apenas catorze estádios. Não me detonem. Creio que possa voltar depois com uma segunda versão da lista de “Estádios onde o futebol respira” mas por enquanto faço as menções honrosas ao outros belos estádios que foram sugeridos nas colaborações:

Vila Campanema (Curitiba), Almeidão (João Pessoa), Amigão (Campina Grande), Ressacada e Orlando Scarpelli (Florianópolis), Heriberto Hülse (Criciúma), Fumeirão (Arapiraca), PV (Fortaleza), Canindé (São Paulo)…

Agradecimentos:

Pela ordem de chegada: Vanter Coutinho, Jesus Guaré, Gustavo Mehl, Vicente Magno, Moisés Filho, Rafael Montenegro, Felipe Simões, Mateus Borges, Mike Gabriel, Philippe Sendas, Fernanda Almeida, Douglas Ciriaco, Danilo César, Raul Holanda, Diego Viana, Talita Leandro, Flávio Alencar, Gabriel Coiso, Diego Ribeiro, Lucas Lucatero, Manuella Miranda, José Vieira, Daniel Israel, Maurício Cirqueira, Milton Filho, José Cgf, Alexandre Dornelles, Pedro Del Mar, Paulo Leandro, Evandro Silva, Julio Cezar Pacheco, Peu Ayade, Mateus Mendonça, Richard Oliveira, Rose Cerqueira, Luciano Jorge de Jesus.

2 comentários em “Onde o futebol respira: os estádios brasileiros que resistem à arenização

  1. Nosso estádio aqui, apesar de pequeno, vejo que logo logo ele virará uma mini arena… Chegamos na Série B e o gestor atual do clube é próximo do Petraglia do Atlético PR, gosta da ideia de Arena, já “encadeirou” um pedaço do estádio e provavelmente em não muito tempo, fará isso no restante.

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